Walter Benjamin (marxista frankfurtiano idolatrado nas universidades) escreve na "A Obra de Arte na Era de Sua Reprodutibilidade Técnica", de maneira bem direta, que a obra de arte tradicional é fascista e que aliena o trabalhador de suas raízes revolucionarias; que essa arte deveria ser destruída (ele descreve como) pelo bem da revolução. No geral, ele sentiria orgulho da Bienal de São Paulo. De acordo com ele, só a obra de arte revolucionaria faria as pessoas perceberem que o capitalismo era cruel e mimimi. De fato, foi diante uma obra de arte revolucionaria que minha consciência politica deu um estralo.
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